Senadores apontam tráfico de influência e tenta nova convocação

Por Luís Pablo Política
 

Estadão

Antonio Palocci

Depois do fracasso na Câmara, desta vez são os senadores da oposição que vão tentar convocar o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, para que ele explique numa comissão os negócios da empresa Projeto Consultoria Financeira e Econômica Ltda. Os senadores mostraram neste domingo, 22, em entrevistas ao Estado, estarem convencidos de que os negócios do ministro indicam “tráfico de influência”.

Paralelamente à tentativa de convocação para Palocci depor nesta semana, senadores e deputados da oposição vão começar a coletar assinaturas para instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Eles contam conseguir as 171 assinaturas de deputados e 27 de senadores com a ajuda de parlamentares governistas. O requerimento prevê uma CPI mista e, uma vez conseguido o apoio legal necessário, a presidência do Congresso não pode barrar a instalação da comissão de inquérito.

Os senadores reconhecem que será difícil conseguir o número necessário de assinaturas para a instalação da CPI. “Tem muitos governistas incomodados com a situação. Gente que, reservadamente, concorda conosco que ele deveria vir a público se explicar”, disse o senador Demostenes Torres (DEM-GO). “A CPI se justifica pela gravidade dos fatos. O importante não é só saber quanto ganhou Palocci e sim saber quem e quanto ganharam os que se valeram do tráfico de influência exercido por ele”, disse o senador Alvaro Dias (PSDB-PR).

“Nós temos de endurecer o discurso porque está passando a ideia de impunidade. Não há nenhuma atitude vigorosa da presidente da República diante de um escândalo que ganhou proporção e está na boca de todos os brasileiros. E há uma exigência da sociedade para que sejam tomadas providências. Como o governo não adota providências e continua com o modelo anterior de passar a mão na cabeça dos que cometem deslizes, a oposição tem de endurecer o discurso”, afirmou Alvaro Dias.

Bacabeira – retratos de uma cidade abandonada pela Administração

Por Luís Pablo Política
 

Blog do Robert Lobato

O vereador Jefferson Calvet (PV) denuncia a falta de zelo por parte do prefeito de Bacabeira, José Venâncio Correia Filho, o Venancinho (DEM), pelo Centro Administrativo doado pelo Governo do Estado, em 1998.

Para o vereador, o caso caracteriza improbidade administrativa do prefeito e cobra atuação do Ministério Público para apurar a situação.

“O Centro Administrativo de Bacabeira foi construído em 1998, na gestão de Reinaldo Calvet, primeiro prefeito da cidade, com recursos doados pelo governo Roseana Sarney. Hoje o Centro encontra-se abandonado, sucateado pelo administração do Sr. Venancinho. Isso é um caso típico de improbidade administrativa por parte do prefeito”, afirmou o vereador.

A Câmara Municipal de Bacabeira é composta por 9 vereadores, 6 governistas e apenas três oposicionistas, sendo que Jefferson Calvet é que mais atazana a vida do prefeito Venancinho. O edil é sobrinho do ex-prefeito Reinaldo Calvert, que deverá disputar a eleição para prefeito da cidade no ano que vem.

Vejas as fotos do Centro Administrativo de Bacabeira encaminhadas ao blog pelo vereador Jefferson Calvet:

Três notas…

Por Luís Pablo Política
 

Até quando?

Motoristas estão sendo surpreendidos com o período chuvoso devido aos inúmeros buracos que a cidade de São Luís encontra-se.

Quando chove os buracos ficam cobertos de água, com isso, provocando prejuízos e acidentes para motoristas e moradores da cidade.

Indignados, motoristas criticam a situação catastrófica que São Luís está, principalmente quando chove.

Palocci deu verba para projeto de cunhada

Quando ocupava uma cadeira na Câmara dos Deputados, o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, destinou verbas do Orçamento da União a uma entidade que tem como vice-presidente uma cunhada.

O evento foi foi pago em 2009, embora a lei vede repasses a parentes de políticos. Em 2008, a Emenda ao Orçamento assegurou R$ 250 mil para feira cultural.

Falsos Profetas

Profetas acreditaram que o fim do mundo seria ontem (21), a partir das 21h, de Nova York, ou às 22h, em Brasília. Pelo menos é o que esperavam os seguidores de Harold Camping, o profeta do Apocalipse.

Todo nova-iorquino já estava à par da data fatal. Nos últimos meses estava impossível caminhar pelas ruas da cidade sem tropeçar nos súditos do profeta, que anunciavam com placas, folhetos ou megafone o Juízo Final.

Existe doido pra tudo mesmo!

Sem vaga para os filhos, famílias criam escolas no Maranhão

Por Luís Pablo Maranhão
 

Portal IG

As escolas comunitárias em São Luís tornaram-se uma alternativa para um problema crônico na capital maranhense: a falta de vagas nas escolas públicas da educação infantil e ensino fundamental. Hoje, segundo o Conselho Tutelar da capital, pelo menos 850 crianças estão fora da escola por falta de vagas na rede pública.

O açougueiro Gladison Pinheiro, 37, tem uma filha de 5 anos, Glenda, matriculada em uma escola comunitária. “O ensino é bom e o preço também. Não tenho do que reclamar. Ao contrário, a escola foi uma solução para mim já que não encontrava vaga na rede pública. Se é para a minha filha ficar sem estudar, melhor ela ir para um colégio comunitário”, pontuou o açougueiro.

Existem hoje 98 escolas comunitárias em São Luís. Elas ensinam alunos de 3 a 14 anos. São pelo menos 17 mil crianças e adolescentes matriculados em instituições deste tipo. Dos 98 colégios comunitários, estima-se que apenas 20 delas recebam recursos públicos, a maior parte deles do governo federal. O número de escolas comunitárias, entretanto, pode ser maior. Isso porque algumas não são reconhecidas pelo Conselho Estadual de Educação (CEE) e ministram apenas aulas de reforço a alunos carentes.

Como funcionam:

As escolas comunitárias de São Luís não obtém lucro com o preço das mensalidades, o pagamento é facilitado aos pais mais pobres e o preço que o aluno paga por mês equivale a aproximadamente 10% do que é cobrado nas escolas particulares normais. As doações, a boa vontade de professores e a ajuda da comunidade são fatores que diminuem o custo das mensalidades

Uma das maiores escolas comunitárias de São Luís está localizada na Cidade Olímpica, bairro da periferia da capital. A Educando, com 500 alunos e 12 salas de aula, cobra mensalidades de R$ 50 e funciona há 12 anos. “Ela foi fundada justamente para minimizar nossa carência com vagas aqui na região”, afirma Eliane Costa Andrade, supervisora pedagógica da escola.

Professores voluntários:

Com 13 professores, Eliane Andrade afirma que cada um recebe uma ajuda de custo, não necessariamente um salário. Eles são pagos por hora aula, sem carteira assinada e, em alguns casos, existem docentes que nem conseguem receber um salário mínimo por mês. “Não vou dizer que eles trabalham só por amor, mas eles nos ajudam porque trabalham em outras escolas que pagam bem mais”, complementa.

A escola consegue se manter, além das mensalidades, com doações da comunidade, empresas e ONGs. Alguns pais, para não ficarem inadimplentes com a escola, prestam serviços ao colégio como pintura e reforma da estrutura do prédio. “A bancada da secretaria, por exemplo, foi um pai que construiu para pagar a mensalidade do filho”, afirma Eliane Andrade.

Perto dali, com uma estrutura menor, carteiras de madeira, salas apertadas e pouco iluminadas, existe o Colégio Comunitário Nossa Senhora da Conceição, também na Cidade Olímpica. Com 12 salas e 11 anos de existência, o colégio surgiu também da necessidade de atender as crianças da região. Hoje, tem aproximadamente 300 alunos e cobra mensalidades na casa dos R$ 30 ao mês.

Nesta escola comunitária, o número de crianças em cada sala de aula é reduzido. Apenas 25 para cada turma. Segundo a diretora-administrativa da escola, Natália Kelly de Araújo, como o colégio é pequeno, não visa o lucro e consegue se manter com a ajuda da comunidade, o compromisso é com a qualidade. “Existem pais que até já nos ofereceram cadeiras para aumentar o número de alunos por sala, mas nós dissemos que não era possível aumentar as turmas. Escola comunitária visa qualidade. Somos uma solução, não queremos perpetuar um problema já existente na escola pública”, revelou.

Autorização:

O Colégio Comunitário Nossa Senhora da Conceição viveu sete anos na clandestinidade. Nos sete primeiros anos de vida do colégio, as declarações e certificados eram emitidos pela Federação de Desenvolvimento das Organizações do Terceiro Setor no Maranhão (Fedecma). Na prática, os alunos estudavam no Colégio Comunitário, mas eram matriculados na Fedecma. Agora, o colégio já conseguiu autorização de funcionamento do governo do Estado e anda com as próprias pernas.

Roseana e Castelo: poderes diferentes e sem fiscalização

Por Luís Pablo Política
 

Roseana Sarney

O governo do Estado do Maranhão sob comando de Roseana Sarney, está sendo marcado por vários erros em diversos setores.

Algumas Secretarias mesmo sendo ordinárias, com recursos, são inexpressiveis, devido ao gestor de cada pasta.

Não só no Maranhão, mas em todo Brasil, setores como: Educação, Saúde e Infraestrutura, são bastante criticados. Porém, fiscalizados pelo Legislativo de cada Estado, mas aqui no Maranhão a situação é bem diferente.

Na Assembleia Legislativa do Maranhão, cujo principal dever é fiscalizar as ações governamentais, boa parte dos parlamentares que compõem a bancada governista estão deixando o Governo solto, com supostas fraudes em algumas pastas.

O Legislativo vem desaprovando qualquer tipo de requerimento que possa convocar qualquer secretário para dá explicações de algumas irregularidades.

Com isso, o Governo caminha com fortes suspeitas de recursos públicos desviados.

João Castelo

No Município a coisa é bem parecida, só muda o poder. A Câmara Municipal de Vereadores de São Luís, que é responsável pela fiscalização da prefeitura, vem silenciando-se diante de várias falhas cometidas.

A prefeitura de São Luís comandada por João Castelo vem sendo alvo de diversas fraudes em sua gestão.

Em São Luis, a administração Municipal está tendo repercussão Nacional, com uma cidade catastrófica na ubanização, com diversos buracos, vem sendo constantemente questionado nas redes socias e já foi notícia em um dos portais mais acessados do Brasil, no UOL.

O IPTU com o aumento abusivo já foi denunciado e protocolado na Justiça, por supostas fraudes.

Os secretários, desses não tem nem o que reclamar, até porque nenhum tem autonomia suficiente para questionar algo de errado na administração. Apenas ocuparam os cargos, mas nada fazem.

Diante de toda essa deficiência Estadual e Municipal, o Maranhão caminha solto…

Evangélicos protestam contra “kit gay” e criminalização da homofobia

Por Luís Pablo Brasil
 

Fiéis na Marcha para Jesus, que reuniu cerca de 50 mil pessoas neste sábado em Curitiba (PR)

Organizada por cerca de 600 igrejas evangélicas, a Marcha para Jesus reuniu aproximadamente 50 mil pessoas neste sábado (21) em Curitiba.

A multidão percorreu ruas do centro da cidade e se concentrou numa praça do bairro Centro Cívico, onde há shows programados até as 18h de hoje.

Além de confraternizar, os participantes do evento aproveitaram a oportunidade para defender bandeiras evangélicas, protestando contra a legalização da maconha e a distribuição de um kit anti-homofobia (chamado pelos evangélicos de “kit gay”) pelo governo federal.

Os manifestantes também realizaram abaixo-assinado contra o kit e o projeto de lei que criminaliza a homofobia.

“Estamos manifestando nosso apoio à família, aos valores da família”, diz o pastor Cirino Ferro, bispo da igreja Sara Nossa Terra e presidente do Comep (Conselho de Ministros Evangélicos do Paraná).

O PLC 122, que criminaliza a homofobia, está em tramitação no Senado e é chamado, no meio evangélico, de “lei da mordaça”. Para Ferro, ele “pune o livre pensamento que é garantido pela Constituição” e impede os pastores de defenderem o sistema bíblico de família.

Quanto ao kit anti-homofobia, cuja distribuição em escolas públicas ainda está sendo estudada pelo MEC (Ministério da Educação), o pastor afirma que é “outra imposição que chega sem consultas prévias à sociedade, induzindo nossos filhos a aderir a coisas com as quais não concordamos”.

Já os protestos contra a legalização da maconha eram motivados principalmente pela realização da Marcha da Maconha no país –em Curitiba, ela deveria ocorrer neste domingo, mas foi proibida por decisão da Justiça.

O fim chegou, dia 21 de maio de 2011 é o Dia do Juízo Final!

Por Luís Pablo Mundo
 

Portal Virgula

Harold Camping afirma: 21 de maio de 2011 é o dia do Juízo Final

Harold Camping, de 89 anos, tem certeza de que neste sábado (21), será o Dia do Juízo Final. Segundo Camping, que é apresentador de uma rádio e televisão cristã nos Estados Unidos, um tremendo terremoto irá atingir a Terra e levar os puros para o paraíso, enquanto os outros serão deixados e engolidos pela destruição causada pelo terremoto durante os cinco meses seguintes.

O suposto profeta norte-americano havia previsto que o mundo acabaria em setembro de 1994, o que não aconteceu.

Camping, que é engenheiro civil de formação, resolveu fazer novas equações para prever um novo fim do mundo. O número 5 significa reparação, 10 quer dizer integralidade e 17 representa o paraíso, ainda levando em conta a fundação do Estado de Israel em 1948, essa combinação, de acordo com Camping, somada às informações contidas na bíblia torna o dia 21 de maio de 2011 o Dia do Juízo Final.

Faz sentido para você?

Absurdo: João Castelo expulsa jornalista de solenidade da Prefeitura

Por Luís Pablo Política
 

Blog do Gilberto Léda

A quantidade de buracos nas vias de São Luís – que tem tirado o sono dos motoristas – parece também estar estressando o prefeito João Castelo (PSDB).

Neste sábado, durante solenidade de assinatura da ordem de serviço das obras de reforma do Mercado da Praia Grande (Casa das Tulhas), no Centro Histórico, relembrou os tempos da ditadura.

Abordado pela repórter Carla Lima, de O Estado do Maranhão, disse que não daria mais entrevistas aos profissionais do jornal.

Mas não se deu por satisfeito.

Entrou para o restaurante do mercado, e postou seguranças na porta. Diante da insistência da repórter em entrevistá-lo, um deles a empurrou e emendou: “O prefeito já não disse que não quer falar com você?”.

Para evitar mais confusão, Carla Lima saiu do local.

Cruz Vermelha denunciará Ricardo Murad no Legislativo

Por Luís Pablo Política
 

Após a Secretaria de Estado da Saúde – SES, por meio do secretário Ricardo Murad, ter feito a intervenção de todos os contratos da Cruz Vermelha Brasileira – CVB, e ainda não ter efetuado os pagamentos que ficaram em atraso para a Instituição, gerando uma greve dos funcionários do Hospital Carlos Macieira – HCM, por falta de pagamentos.

A Cruz Vermelha poderá denunciar Ricardo Murad na Comissão de Direitos Humanos na Assembleia Legislativa do Maranhão, por várias irregularidades cometidas pela SES.

Segundo uma fonte, a CVB por meio da denúncia vai causar uma proporção Nacional e Internacional, pelo que o Governo do Maranhão fez.

Vem chumbo grosso pela frente!

“A última eleição da família Sarney foi essa em 2010”, diz vice-prefeito

Por Luís Pablo Política
 

Jean Carlo

O vice-prefeito de Imperatriz, Jean Carlo, concedeu este mês em seu gabinete uma entrevista onde expõe opiniões sobre a situação atual de seu partido (PDT), que passa por uma fase de reorganização depois do falecimento de seu maior ícone, o ex-governador Jackson Lago.

Na ocasião, ele defende o rompimento da aliança entre o PDT e o PSDB, partido do prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, fazendo críticas à sua forma de governar e a uma possível aproximação com o governo de Roseana Sarney, no qual os partidos fazem oposição.

“Hoje, percebemos um realinhamento do prefeito, através do PSDB, com o grupo Sarney, através de Roseana Sarney. Do ponto de vista político, nós, que defendemos uma causa, uma bandeira, não só por marketing, mas por convicção, entendemos que esse não é o melhor caminho. Não foi isso que a população de Imperatriz nos confiou em 2008 nas eleições municipais”.

Militante político desde a época de estudante do Ensino Médio, Jean Carlo é um dos fundadores da UMES (União Nacional dos estudantes) em Imperatriz, se tornado mais tarde, presidente da entidade. Disputou as eleições para vereador de Imperatriz em 2000, pelo PDT, ficando como terceiro suplente. Foi superintendente municipal de trânsito na gestão do ex-prefeito do PT, Jomar Fernandes durante um ano e seis meses, trabalho esse, que mais tarde, lhe rendeu a direção do CIRETRAN de Imperatriz, durante o governo de Jackson lago.

Filiado ao PDT há 15 anos, ele expõe, com orgulho, sua paixão à causa trabalhista que o partido defende e revela ser seguidor das idéias de Leonel Brizola (um dos fundadores do PDT nacional junto com Jackson Lago).