Criança vê…criança faz…
Vídeo que mostra a realidade, de quanto é importante dar bom exemplo as crianças…
Vídeo que mostra a realidade, de quanto é importante dar bom exemplo as crianças…
Agora quem mandou o prefeito de São Luis, João Castelo, acordar, foi o deputado federal, Gastão Vieira (PMDB). O parlamentar em sua página de relacionamento via Facebook, disse que dentro do memorial da praça Maria Aragão, virou um ponto de vendas de carros.
A praça é um espaço que deveria ser utilizado para ações culturais, pessoas que frequentam a Maria Aragão estão reclamando que o local está tomado por carros. A verdade é que a praça está servindo como pátio de concessionária da Chevrolet, dos proprietários da DALCAR .
Na semana passada quem mandou o prefeito também acordar, foi o secretário de Saúde, Ricardo Murad, no seu Facebook, por se assustar com a cena que presenciou na avenida dos Holandes. Após o secretário ter publicado, o titular deste blog através dos leitores, resolveu iniciar a campanha “ACORDA CASTELO”.
A campanha está se fortalecendo, tem dado segmento para o povo abrir os olhos nas próximas eleições.
Alberto Filho (PMDB) – Não
Carlos Brandão (PSDB) – Sim
Cleber Verde (PRB) – Não
Domingos Dutra (PT) – Não
Edivaldo Holanda Junior (PTC) – Não
Gastão Vieira (PMDB) – Não
Hélio Santos (PSDB) – Sim
Luciano Moreira (PMDB) – Não
Lourival Mendes (PTdoB) – Não
Pedro Fernandes (PTB) – Não
Pinto Itamaraty (PSDB) – Sim
Professor Setimo (PMDB) – Não
Ribamar Alves (PSB) – Não
Sarney Filho (PV) – Abstenção
Waldir Maranhão (PP) – Não
Zé Vieira (PR) – Não
Brasileiros contam com uma fortuna depositada nos bancos suíços e, apesar de toda a operação conduzida pela Polícia Federal contra doleiros e bancos estrangeiros, a corrida por paraísos fiscais ganha um ritmo sem precedentes. Dados do Banco Central da Suíça, obtidos pelo ‘Estado’, revelam que os brasileiros mantêm ao menos US$ 6 bilhões em Genebra, Zurique e outras praças financeiras da Suíça.
Esse seria o valor oficial de contas declaradas, mas os bancos privados suíços consideram que o valor real pode ser dez vezes maior. Ex-funcionários de bancos na Suíça e agentes que trabalham na abertura de contas alertam que esse valor oficial é “a ponta do iceberg”.
O volume de dinheiro de brasileiros na Suíça vem crescendo. Entre 2005 e 2009, o BC suíço aponta a entrada de mais US$ 1,1 bilhão do Brasil. Segundo dados oficiais, nenhum outro país emergente registrou tal avanço e a expansão é a maior registrada de dinheiro vindo do Brasil.
O total da fortuna mantida por brasileiros na Suíça já é superior aos de China, Índia e Arábia Saudita. A Suíça estima que tem, em seus cofres, US$ 3 trilhões em fortunas pessoais. O valor seria quase metade da fortuna privada do planeta.
Os 85 bancos suíços que fazem parte do cálculo indicam em seus balanços que os brasileiros teriam 4,9 bilhões de francos suíços (um franco vale um dólar) em contas de poupança, ativos, ações, títulos e contas correntes.
Além desse valor, 1,1 bilhão de francos suíços provenientes do Brasil estão listados como “operações fiduciárias”. Nessa classificação, o banco não tem obrigação de apresentar os números em seus balanços e todo o risco fica por conta do banco privado (o BC suíço não dá garantias em caso de quebra do banco privado). Na maioria dos casos, é nessa classificação que recursos considerados ‘sensíveis’ ou de personalidades políticas estrangeiras são depositados.
Assim como a existência de “operações fiduciárias”, os bancos suíços contam com uma série de outros instrumentos para tornar menos transparente a origem de recursos. Nos US$ 6 bilhões indicados na Suíça como sendo de brasileiros está exclusivamente o dinheiro que saiu do Brasil em direção aos bancos de Genebra e Zurique.
Se uma fortuna é transferida do Brasil para as Ilhas Cayman e só depois para a Suíça, ela não é contabilizada como fluxo que veio do Brasil, e sim da ilha caribenha. Não é por acaso que bancos suíços mantêm filiais nesses outros paraísos fiscais.
Portanto, o volume registrado pelo BC suíço de US$ 6 bilhões oriundos do Brasil poderia ser apenas uma fatia do todo, segundo fontes do setor bancário.
Políticos – Outro método adotado é a manipulação do cargo da pessoa que queira abrir a conta, garantindo que a autorização para o depósito seja dada sem problemas. Um ex-colaborador de um banco suíço com forte presença no Brasil revelou ao Estado, sob anonimato, que essa foi a forma usada para abrir uma conta em nome de um ex-governador de um grande Estado.
No formulário para abertura de contas, o banco exige que o cliente considerado como “sensível” por seu cargo político preencha um formulário e é logo classificado como “Pessoa Politicamente Exposta”.
A lei exige que se demonstre que os recursos têm origem em outra atividade que não a política. No caso do ex-governador, o banco e o político entraram em acordo para que fosse apresentado como presidente de uma empresa de reflorestamento, sem mencionar sua posição pública.
Se tiver alguém com um pior do que esse, basta encaminhar para o Palácio dos Leões.
É mole!
O locutor Galvão Bueno foi internado no Hospital Psiquiátrico de Monte Carlo com sintomas de depressão profunda (Clique na imagem para ampliar). “Ele não conseguia pronunciar uma palavra inteira, apenas balbuciava um “R” frenético com a língua nos dentes enquanto chorava copiosamente”, explicou o médico Zinedine Faustine Bouganville. Trata-se de um quadro dramááááááááático”.
Após realizar duas tomografias, testes de contraste e um exame do pezinho, Zinedine diagnosticou uma abstinência crônica por “erres” na seleção. “Agora é a vez de Neymar, Alexandre Pato, Hulk e companhia. E o Robinho não marca pela seleção há séculos. Com a aposentadoria de Ronaldo, ficou cada vez mais difícil um jogador com “R” marcar gol pelo Brasil”.
Amigos próximos entraram em estado de alerta. “A regra é clara: o Galvão nunca fica mais de 10 minutos sem pronunciar uma palavra”, declarou Arnaldo Cesar Coelho, que foi à Mônaco para tentar animar o COLEGA. Rubens Barrichelo chegou depois.
Briga entre vereadores pela presidência da Câmara Municípal de Codó-MA ganha repercussão nacional.
Na íntegra:
NOTA DE ESCLARECIMENTO – SSP
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) esclarece que tomou todas as providências e está apurando a responsabilidade pelo sumiço de aproximadamente R$ 30 mil que estariam guardados no cofre do setor do Fundo Penitenciário (Funpen), da Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária, instalada no segundo andar do prédio da SSP.
O secretário de Segurança Pública, Aluísio Mendes, imediatamente após ter tomado conhecimento do fato, na última quarta-feira (16), determinou total rigor nas investigações. Foram instaurados dois inquéritos, um administrativo e outro criminal.
No âmbito policial, o caso está sendo presidido pela Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), sob a coordenação do delegado Ronilson Moura. A Polícia Civil não descarta nenhuma linha de investigação e trabalha com as hipóteses de furto ou apropriação indébita.
A DRF já está tomando os depoimentos dos servidores que trabalham no setor. A perícia já foi feita no local pelo Instituto de Criminalística do Maranhão (Icrim) e ficou constatado no laudo que não houve violação nem da sala e nem do cofre onde estava guardado o dinheiro.
A informação do desaparecimento de R$ 30 mil de dentro da Secretaria de Segurança Pública, onde ainda funciona as dependências do Fundo Penitenciário, numa sala, foi dada em primeira-mão hoje no programa “Abrindo Verbo”, na rádio Mirante AM, pelo radialista Marciel Lima.
O sumiço dos recursos públicos, que serviria para pagamento de presos que cumprem pena trabalhando, foi percebido no dia 15 deste. De acordo com a Secretaria, a chave que dá acesso ao cofre é a mesma que abre a porta da sala.
Segundo a funcionária que é encarregada de guardar os recursos, que teria duas cópias da chave, só que uma delas sumiu, sem que esta notasse.
A funcionária afirmou ter encontrado o cofre completamente vazio, e sem nenhum sinal de arrombamento.
O blog aguarda a nota da Secretaria de Segurança, com a carteira bem guardada.
O parlamentar tem intenção de estender as questões e ações que geram um grande problema social em todo país.
“Precisamos compor uma verdadeira força tarefa para encontrar soluções para esse problema que hoje atinge de forma dramática a sociedade”, destacou o parlamentar.
Segundo Alexandre Almeida, durante os trabalhos da Frente, serão ouvidos todos os segmentos, e, principalmente, o que pode ser feito para amenizar esta cruel realidade existente em todo Maranhão.
Dados do IBGE revelam que o número de usuários hoje no Brasil está em torno de 1,2 milhão e a idade média para início do uso do crack é 13 anos. No Maranhão, apenas dois municípios têm programas de combate à droga.