ESCÂNDALO! UFMA afasta professor por denúncias de assédio sexual a alunas

Por Luís Pablo Polícia
 
ortaria determinou o afastamento por até 120 dias do professor Francicarlos

ortaria determinou o afastamento por até 120 dias do professor Francicarlos

A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) afastou o professor de química do Colégio Universitário (Colun), Francicarlos Veras Cardoso. Em uma Portaria, a reitora da UFMA, Nair Portela, determinou o afastamento por 120 dias diante de um processo administrativo que apura várias denúncias de assédio sexual por parte do professor.

Segundo alunos e ex-alunos do Colégio Universitário, o professor costumava assediar alunas, prometendo boas notas em troca de sexo. Os casos teriam ocorrido até 2017, quando cerca de 15 alunas o denunciaram e pediram o afastamento dele.

Ex-alunos dizem ainda que foram reunidas provas, além de depoimentos orais e arquivos das conversas que o professor tinha com as vítimas. Uma ex-aluna da escola, que preferiu não se identificar, relatou que após dois anos há chance dele voltar a dar aulas.

“As alunas sofriam assédio sexual. Ele fazia proposta de sexo em troca de boas notas. Os alunos organizaram cartazes e espalharam pela escola. Depois, ele apresentou um atestado médio alegando depressão e foi afastado por 18 meses. No mesmo processo, 15 alunas fizeram a denúncia contra ele e desde então o processo está rolando. Agora nós, ex-alunos, estamos organizando um ato para pressionarmos a reitoria para que saia logo o resultado porque o que estava acontecendo é que ele retornaria para a sala de aula este ano.”

(Com informações do G1MA)

Nas redes sociais, alunos e ex-alunos do Colun pedem que o professor Francicarlos seja afastado definitivamente

Nas redes sociais, alunos e ex-alunos do Colun pedem que o professor Francicarlos seja afastado definitivamente

Um comentário em “ESCÂNDALO! UFMA afasta professor por denúncias de assédio sexual a alunas”

  1. MOZART BALDEZ

    NOTA ABERTA À SOCIEDADE MARANANHESE
    FRANCICARLOS VERAS CARDOSO , brasileiro, divorciado, Professor da Universidade Federal do Maranhão, por meio de seu advogado legalmente constituído, MOZART BALDEZ, OAB/DF 25401 e OAB/MA 9984/A, in fine assinado, vem a público prestar os seguintes esclarecimentos:
    I – O OUTORGANTE vem sendo publicamente e precipitadamente apontado por certo segmento da mídia, não se sabe com que intenção, como autor de supostos crimes de assédio, praticado em face de pessoas anônimas da UFMA, sem a apresentação de provas.
    II – Em momento algum, depois de ser submetido a esse linchamento público, sem direito a ampla defesa e ao contraditório, correndo risco pessoal, o OUTORGANTE foi intimado pela Polícia ou denunciado pelo Ministério Público , para prestar esclarecimentos sobre os fatos até agora considerados como verdadeiros e criminosos.
    III – Neste sentido, sem nenhum receio, encontra-se reguardado em sua residência, com a consciência tranquila, à espera da oportunidade de no devido processo legal, arguir as suas razões de fato e de direito sobre as levianas denuncias que vem sofrendo.
    IV – O OUTROGANTE exerce o magistério há mais de 25 anos e militou em mais de 10 escolas em São Luís, entre públicas e privadas, não tendo em seu histórico profissional o registro de nenhum ato que venha desabonar a sua moral , valendo-se da sua condição de educador.
    IV – Portanto, tratam-se de acusações atípicas, sem nenhum conteúdo probante, com interesses escusos, atrelado à política. Aliás, sem querer fazer dessa nota uma peça de defesa, por oportuno, é mister que registre-se que o OUTORGANTE foi Diretor do Colégio Universitário no ano de 2013 e talvez toda esse movimento surdito, tenha a intenção de macular a imagem de um profissional com objetivos de vingança, retaliação e finalmente de afastá-lo definitivamente da escola , uma vez que como gestor, no afã de melhorar o ensino, implantou medidas que para muitos foram recebidas com antipatia e resistência e, a partir daí, surgiram várias reações contrárias a sua pessoa a título de perseguição.
    V – Por fim o OUTORGANTE não tem nenhum motivo para se esquivar de qualquer tipo de investigação ou apuração, respeitando-se evidentemente os princípios constitucionais de defesa.
    MOZART BALDEZ
    Advogado
    OAB/DF 25401 e OAB/MA 9984/A
    (98) 981481956

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