Presidente da Funai é exonerado após ataques contra índios no Maranhão

Por Luís Pablo Brasil
 

Antônio Fernandes Costa

Antônio Fernandes Costa

O especialista em saúde indígena Antônio Fernandes Toninho Costa foi exonerado da Presidência da Fundação Nacional do Índio (Funai).

A exoneração de Antônio Fernandes, assinada pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) da edição desta sexta-feira (5).

Costa deixa a função após o conflito entre os índios gamelas e agricultores ocorrido no último fim de semana, no município de Viana, interior do Maranhão.

O (agora) ex-presidente da Funai já vinha justificando a falta de uma ação mais eficiente da Funai, sobretudo, pela escassez orçamentária do órgão, o que, segundo ele, impede a instituição de exercer bem suas tarefas. Isso gerou divergências políticas com o governo federal.

AGIOTAGEM! Delegado diz que Pacovan possui cerca de R$ 200 milhões em bens

Por Luís Pablo Polícia
 

Agiota Pacovan

Agiota Pacovan

O empresário Josival Cavalcanti da Silva conseguiu adquirir uma surpreendente fortuna. Pacovan, como é conhecido por vender bananas na antiga Ceasa, é apontando pela polícia como um dos maiores agiotas do Estado do Maranhão.

Preso ontem (4) pela sétima vez, o agiota possui cerca de 200 milhões de reais em bens. Ele tem como patrimônio três fazendas, 11 imóveis, quatro veículos e sete postos de combustíveis, que funcionavam em São Luís, Zé Doca e Itapecuru Mirim.

Toda fortuna foi fruto de corrupção em prefeituras maranhenses.

Pacovan foi alvo da operação batizada de “Jenga”, da Polícia Civil. Ele e mais 17 pessoas foram presas. O agiota foi apontado como chefe de uma quadrilha envolvida em fraudes e lavagem de dinheiro.

A polícia constatou um esquema de agiotagem e desvio de dinheiro público que usava “laranjas” em transações comerciais fictícias, tendo como fachadas postos de combustíveis e construtoras.

O superintendente da SEIC (Superintendência Estadual de Investigações Criminais), delegado Tiago Bardal, disse que a próxima fase da operação será analisar todos os documentos e provas apreendidas no intuito de identificar de fato a origem do dinheiro que mantinha a organização.

Eleições 2018: Márcio Jerry perde prefeito para Pedro Fernandes

Por Luís Pablo Política
 
Prefeito Indalécio ao lado do deputado Pedro Fernandes

Prefeito Indalécio ao lado do deputado Pedro Fernandes

Pré-candidato a deputado federal em 2018, o secretário de Articulação Política e de Comunicação do governo, Márcio Jerry, perdeu um prefeito para o deputado federal Pedro Fernandes.

O prefeito de Governador Nunes Freire-MA, Indalecio Wanderlei Vieira Fonseca, o Indalécio (PP), se reuniu com Fernandes e garantiu apoio à sua reeleição na Câmara de Deputados. O encontro foi em São Luís-MA.

No início do mês passado, Indalécio já vinha dando sinais de que não ia apoiar Jerry nas eleições do próximo. O prefeito fez o secretário de Estado passar vergonha no município.

Indalécio não compareceu a inauguração do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) em Governador Nunes Freire-MA.

Márcio Jerry foi desprestigiado pelo prefeito ao representar, na cidade, o governador Flávio Dino numa obra que deveria ter sido entregue pelo secretário de Desenvolvimento Social, Neto Evangelista.

Pacovan pode entregar nomes de políticos envolvidos no esquema de agiotagem

Por Luís Pablo Polícia
 
Agiota Pacovan

Agiota Pacovan

Após a deflagração da Operação Jenga, a polícia trabalha para descobrir quem são os políticos envolvidos no esquema do agiota Josival Cavalcante da Silva, o Pacovan.

O objetivo da operação é identificar a rede de prefeitos e ex-prefeitos que receberam dinheiro emprestado do agiota, oriundos de corrupção em prefeituras maranhenses.

Apesar de já ter sido preso inúmeras vezes pela polícia, sempre pela mesma prática de crime de agiotagem, Pacovan desta vez poderá entregar a relação das pessoas que foram beneficiadas no seu esquema.

E se entregar, vai ser nitroglicerina pura. Pode anotar!

Mais uma “coincidência” que desviou foco do governo Flávio Dino

Por Luís Pablo Polícia
 

São inúmeras as “coincidências” das operações deflagradas pela Polícia Civil do Maranhão. Nesta quinta, dia 4, foi realizada a Operação Jenga, que prendeu um dos maiores agiota do Estado, Josival Cavalcanti da Silva, mais conhecido como “Pacovan”.

A operação policial acabou desviando o foco sobre a decisão do juiz Carlos Henrique Rodrigues Veloso, que determinou ontem (3) o imediato afastamento do secretário de Segurança Pública, delegado Jefferson Portela.

Hoje, o assunto de maior repercussão seria a decisão judicial contra Portela, mas eis que surge uma operação para prender uma quadrilha comandada por um grande agiota, que lavava dinheiro em postos de combustíveis.

As “coincidências”, vale ressaltar, não são em relação ao trabalho de investigação da polícia, mas sim as datas que as operações são deflagradas. A maioria – pelo menos as que vão gerar grande repercussão, é quando o governo está sendo o foco das atenções.

E isso é fato. Basta dá o ‘Goggle’ para ver.

Presa quadrilha que vendia carros de luxo clonados; Bochecha é um dos envolvidos

Por Luís Pablo Polícia
 
Davi Leda, Fábio Bochecha e Jonathan Boy

Davi Leda, Fábio Bochecha e Jonathan Boy

A polícia prendeu três pessoas suspeitas de integrar associação criminosa na comercialização de veículos de luxo clonados, no Estado do Maranhão.

Foram presos Davi Leda de Oliveira, Jhonathan Aurélio Ribeiro de Sousa (conhecido como Jonathan Boy) e Fábio Aurélio do Lago e Silva, o “Bochecha”, que já foi preso por ser um dos envolvidos na morte do jornalista Décio Sá.

Os três foram conduzidos para Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos (DRFV) e depois desceram para o Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

A polícia agora investiga se as pessoas que usavam os carros com placas falsas tinham algum envolvimento com a quadrilha, que vinha sendo investigada desde o início do ano.

Polícia vai deflagrar 2º fase da Operação Jenga para identificar prefeituras do MA

Por Luís Pablo Política
 

A Operação Jenga deflagrada nesta quinta-feira (04) terá continuidade. O superintendente da Seic, delegado Thiago Bardal, informou que a segunda fase será para identificar os agentes públicos e as prefeituras envolvidas no esquema de lavagem de dinheiro em postos de combustíveis.

Após identificadas as prefeituras, segundo Bardal, será feita uma representação contra os prefeitos envolvidos na ação criminosa, que vinha sendo investigada pela Polícia há uma ano. A quadrilha era comandada pelo agiota Josival Cavalcante da Silva, o Pacovan.

De acordo com as investigações, eram realizados contratos fraudulentos com as prefeituras e, por meio dos postos, era feito o demonstrativo de uma venda maior da que realmente era e, com isso, acontecia a lavagem do dinheiro.

Crimes contra a ordem econômica e tributária, fraude, usura em licitação e lavagem de dinheiro foram cometidos pela quadrilha, que movimentou cerca de R$ 100 milhões oriundos de corrupção em prefeituras maranhenses.

Foram cumpridos mandados de buscas e apreensão em fazendas, imóveis e posto de combustíveis nas cidades de Zé Doca, São Luís, São Jose de Ribamar e Itapecuru-Mirim, que pertence, em sua maioria, ao agiota Pacovan. Também foram apreendidos 60 caminhões que, segundo a polícia, eram dados a Pacovan como garantia da devolução do dinheiro emprestado por ele.

Além de Pacovan e sua esposa, Edna Pereira, foram presos Samia Lima Awad; Thamerson Damasceno Fontenele; Simone Silva Lima; Rafaely de Jesus Souza Carvalho; Creudilene Souza Carvalho; Ilzenir Souza Carvalho; Adriano Almeida Sotero; Geraldo Valdonio Lima da Silva; Lourenço Bastos da Silva Neto; José Etelmar Carvalho Campelo; Renato Lisboa Campos; João Batista Pereira; Kellya Fernanda de Sousa Dualib; Manassés Martins de Sousa; Jean Paulo Carvalho Oliveira; Francisco Xavier Serra Silva. A maioria era utilizado como laranja no esquema.

Operação Jenga: posto do agiota Pacovan pertenceu a ex-prefeito

 
Posto fica localizado no bairro do Angelim.

Posto fica localizado no bairro do Angelim.

A equipe de reportagem do Blog do Luis Pablo apurou que um posto de combustível, que está em nome do agiota Pacovan e de sua esposa Edna Maria Pereira, pertenceu a um ex-prefeito da Região do Baixo Parnaíba.

O Posto Joyce fica localizado na Avenida Jeronimo de Albuquerque, no bairro do Angelim em São Luís-MA.

O ex-prefeito, inclusive, colocou sua filha para disputaR as eleições passadas contra o atual prefeito que se reelegeu. O ex-gestor não poderia entrar na disputa porque é ficha suja.

De acordo com a polícia, Pacovan chefiava uma quadrilha que utilizava postos de combustíveis para lavagem de dinheiro. Algumas empresas estão em nome de laranjas, que também foram presos hoje durante a Operação Jenga.

O agiota Pacovan, segundo as investigações, movimentou cerca de R$ 100 milhões oriundos de corrupção em prefeituras maranhenses.

Relação dos nomes envolvidos no esquema de lavagem de dinheiro; veja

Por Luís Pablo Política
 
Lavagem de dinheiro era comandada por agiota, segundo a polícia

Lavagem de dinheiro era comandada por agiota, segundo a polícia

O Blog do Luís Pablo disponibiliza abaixo a relação dos nomes envolvidos no esquema de lavagem de dinheiro em postos de combustíveis na Região Metropolitana de São Luís-MA.

Foram 18 pessoas presas dos 20 mandatos de prisão, além de 35 mandados de busca e apreensão. Entre os envolvidos na Operação Jenga, da Polícia Civil, está o empresário Josival Cavalcanti da Silva, o Pacovan, apontado como um dos maiores agiotas do Maranhão e chefe da quadrilha que comandava os postos.

Abaixo a relação dos presos:

1 Samia Lima Awad
2 ThamersonDamasceno Fontenele
3 Simone Silva Lima
4 Josival Cavalcanti da Silva
5 Edna Maria Pereira
6 Rafaely de Jesus Souza Carvalho
7 Creudilene Souza Carvalho
8 Ilzenir Souza Carvalho
9 Adriano Almeida Sotero
10 Geraldo Valdonio Lima da Silva
11 Lourenço Bastos da Silva Neto
12 José EtelmarCarvalho Campelo
13Renato Lisboa Campos
14João Batista Pereira
15Kellya Fernanda de Sousa Dualib
16Manassés Martins de Sousa
17Jean Paulo Carvalho Oliveira
18 Francisco Xavier Serra Silva

Agiota Pacovan é preso por movimentar R$ 100 milhões em lavagem de dinheiro

Por Luís Pablo Política
 

Agiota Pacovan

Agiota Pacovan

O empresário Josival Cavalcanti da Silva, mais conhecido como “Pacovan”, foi alvo da Operação Jenga, desencadeada na manhã desta quinta-feira (4), em São Luís-MA, Itapecuru-MA e Zé Doca-MA.

Pacovan, apontando como um dos maiores agiotas do Estado, foi preso por movimentar cerca de R$ 100 milhões em lavagem de dinheiro, através de postos de combustível da Região Metropolitana de São Luís.

A Polícia Civil cumpriu 22 mandados expedidos no bojo da operação e prendeu também empresários que seriam ‘laranjas’ do agiota.

Segundo a polícia, os recursos que estava sendo lavados eram oriundos de corrupção em prefeituras maranhenses. Pavocan emprestou muito dinheiro com juros abusivos para diversos prefeitos.

O agiota, às vezes, recebia como garantia imóveis e veículos. Em um dos imóveis de Pacovan, na BR- 135, foram apreendidos 60 caminhões, que foram entregues para ele poder emprestar o dinheiro.